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Assista o vídeo de como surgiu a internet:

A Elegância do Comportamento
fev 19th, 2012 by Fretta

Gostaria de compartilhar o texto abaixo que, segundo as referências que obtive, pertence a Henri Toulouse Lautrec (1864-1901), um pintor pós impressionista e litógrafo francês:


A Elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo.Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens…
…Abrir a porta para alguém é muito elegante… dar o lugar para alguém sentar… Oferecer ajuda… …Olhar nos olhos, ao conversar…
Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem enorme para a alma…
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social:
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.
Abraços do Fretta

A natureza humana – Parte 1
fev 17th, 2012 by Fretta

Nós seres humanos temos uma limitação em nossa capacidade de raciocínio que nos causa infinitos problemas: quando pensamos em alguém ou em alguma coisa que nos aconteceu, em geral, optamos pela interpretação mais simples, mais fácil de digerir. Uma pessoa conhecida é boa ou má, agradável ou mesquinha, suas intenções são nobres ou nefastas; um acontecimento é positivo ou negativo, benéfico ou danoso; estamos felizes ou tristes. A verdade é que nada na vida é assim tão simples, as pessoas são invariavelmente um misto de boas e más qualidades, forças e fragilidades.
Suas intenções ao fazerem alguma coisa podem ser as de nos ajudar e prejudicar ao mesmo tempo, um resultado da ambivalência do que sentem por nós. Até o evento mais positivo tem um lado negativo e com frequência nos sentimos felizes e tristes ao mesmo tempo. Reduzindo as coisas a termos mais simples, fica mais fácil para nós lidar com elas, mas como isso não está relacionado com a realidade, também significa que estamos constantemente confundindo e entendendo mal. Seria de infinito benefício para nós, dar mais nuances e ambiguidade a nossos julgamentos de pessoas e fatos.

Escondidinho de legumes
fev 7th, 2012 by Fretta

Ingredientes:
1kg de mandioca cozida ou batata
500g de mix de legumes de sua preferência em cubinhos (cenoura, ervilha fresca, milho, tomate, azeitonas, grão de bico, abobrinha, )
350g de requeijão cremoso
100g de queijo de coalho ralado
100g de manteiga ou margarina
250ml de leite integral
50ml de azeite de oliva
1 colher (sopa) de alho picadinho
1 cebola média picada
1 colher (chá) de tomilho
2 folhas de louro
Sal e pimenta branca a gosto
Azeitonas em rodelas para decorar

Modo de preparo:
Amasse a mandioca com um espremedor de batatas e retire os talos. Junte o leite aos poucos até ter um purê firme. Finalize com a manteiga, pimenta branca e o sal. Reserve. Puxe o alho no azeite e junte a cebola, as folhas de louro e o tomilho. Acrescente o mix de legumes em cubinhos e deixe cozinhar um pouco. Acerte o sal e a pimenta e reserve.

Montagem e Finalização: Espalhe uma camada fina de purê no fundo de uma assadeira. Distribua o recheio de legumes uniformemente. Cubra com o requeijão e por cima o restante do purê. Finalize com o queijo coalho ralado e asse a 200º até dourar.
Sirva em travessa grande ou em ramequins, com as rodelas de azeitonas como enfeite.

Observações e dicas: os legumes podem ser do seu gosto e os queijos também. Utilize o que tiver em casa, vai ficar ótimo! O bacana do escondidinho é a versatilidade e a possibilidade de criar, de inovar!

Mudrás
fev 6th, 2012 by Fretta

Além dos cinco princiapais mudrás, existem outros que também são muito usados e conhecidos. São eles: yônilinga mudrá, mushti mudrá, padma mudrá, vaikhara mudrá e Kálí mudrá. Estude cada um deles em mais detalhes a seguir.

Yônilinga mudrá

Existem alguns selos, prioritariamente simbólicos que pertencem a uma categoria à parte. São os chamados mudrás sexuais, pois fazem alusão aos genitais. O yônilinga é um deles pois representa a união dos órgãos sexuais masculino e feminino. A yôní (vagina) é representada pelo espaço triângular formado entre os dedos médios. O linga (falo) é representado pelos dedos anelares e mínimos, unidos e estendidos. Yôni é figurativamente penetrada pelo linga neste gesto.

Na Índia, o yônilinga é um símbolo muito reverenciado pois está associado à fertilidade, riqueza e prosperidade. No ocidente, somos demasiadamente influenciados por tradições que consideram a sexualidade um tabu e o mesmo símbolo poderia ser considerado de mau gosto, caso fosse traçado de forma tal que pudéssemos reconhecer seu real significado.

Mushti mudrá

Certamente este é um dos gestos mais primitivos e ancestrais do Homem. A mão fechada em punho representa um soco, a força do braço ou até mesmo uma pedra. Em todas as culturas, desde tempos imemoriais, o homem demonstrou sua força ou sua raiva com o punho cerrado e até os dias de hoje este gesto transmite a mesma mensagem.

No SwáSthya, usamos essa senha quando precisamos de uma energia a mais, quando desejamos reunir aquela força extra que nos impulsiona à autossuperação, como, por exemplo, durante um ásana muscular.

Seu nome inspirou o vajramushti (punho de diamante ou punho de raio), uma arte marcial indiana originária da região de Kerala. Acredita-se que o vajramushti, bem como toas as formas de artes marciais, tenham surgido da técnica conhecida como Shiva Natarája nyása, uma prática de identificação com o criador do Yôga em seu aspecto bailarino. Esta execução é muito utilizada por praticantes antigos para condicionar os movimentos corretos de braços e pernas para as coreografias.

Padma mudrá

Padma significa lótus e as mãos neste gesto simbolizam essa belíssima flor. O lótus é uma flor extremamente reverenciada na Índia por vários motivos. Um deles é o fato de estar presente nos quatro elementos. Por ser uma planta aquática (tal como uma vitória régia), possui suas raízes na terra, seu caule na água, suas pétalas no ar e é do fogo do sol que extrai sua energia.

Vaikhara mudrá

Com as duas mãos em mushti mudrá e os braços cruzados, temos o vaikhara mudrá (vaikhara = que punje, aflige, estimula). Trata-se de uma posição das mãos e braços que transmite segurança e proteção, tal como um escudo o faria. Ao executá-lo, eleve os braços em frente ao peito com altivez e em atitude de defesa e sentimento de segurança.

Kálí mudrá

Kálí é uma das esposas de Shiva de acordo com a tradição cultural do Hinduísmo. Sua figura é aterradora! Kálí é representada com dez pares de braços e pernas, simbolizando sua versatilidade. Em cada uma das mãos ela porta uma arma de guerra diferente. Ela é um arquétipo da mulher guerreira, indomada. Símbolo da guerra, da morte e da destruição.

Os dedos entrelaçados, com os indicadores unidos e estendidos, representam uma das armas portadas por Kálí: a adaga, uma pequena espada curvada. Por ser facilmente ocultada, a adaga tornou-se uma das arma preferidas das mulheres guerreiras.

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De onde virão os nossos alunos em 2012?

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