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Perguntas geralmente são feitas pelas pessoas que visitam um núcleo de Yôga
Escrito por Administrator
Qua, 06 de Agosto de 2008 21:27
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Sobre o funcionamento de um estabelecimento de Yôga

Estas perguntas geralmente são feitas pelas pessoas que visitam um núcleo de Yôga.

 

 

53. Qual o motivo da exigência de um atestado médico?

Em primeiro lugar não aceitamos atestado médico. O exame médico deve ser feito na própria ficha médica que consta na penúltima folha deste livro. Trata-se de um exame rápido e simples, que qualquer médico formado, de qualquer especialidade está habilitado a preencher.

A avaliação médica é uma exigência da Lei. Estabelecimentos legalizados não podem permitir o ingresso de praticantes nem para a primeira aula sem cumprir esse quesito.

Com a disseminação dos seguros-saúde, qualquer pessoa dispõe de algumas centenas de médicos gratuitos e bem perto do seu local de trabalho ou residência.

No entanto, recomendamos que procure um médico indicado pelo centro de Yôga ou um médico particular. Ocorre que alguns médicos de empresas, clubes e convênios mais baratos costumam recusar-se a preencher a ficha por não estarem ganhando o suficiente com a consulta para compensar o tempo que perderiam. Se você for contemplado com a recusa, verifique se não se trata de um dos casos citados.

Se algum candidato à prática do Yôga colocar dificuldade por causa do exame médico, tal comportamento denunciará uma pessoa com problemas de ajustamento social. Se fosse fazer ginástica em qualquer academia legalizada teria que submeter-se a essa exigência que, aliás, todo o mundo aceita de bom grado.

 

54. Quem é que não pode praticar Yôga por motivo de saúde?

A questão não é impedir a prática e sim saber o que o interessado pode praticar e o que não deve.

Uma pessoa que tivesse, ao mesmo tempo, problemas cardíacos, respiratórios, de coluna, de hipertensão, hérnia , úlcera e ainda fosse paraplégica, poderia praticar alguns respiratórios. relaxamentos, concentração. meditação, mudrás, mantras, pújá, etc.

 

55. Qual o motivo de tirar os sapatos para entrar na sala de prática?

Higiene. Você vai se deitar e colocar o rosto na forração da sala de prática, portanto, ela deve estar tão limpa quanto a sua cama.

Conseqüentemente, os praticantes não devem circular descalços pelas instalações, senão, depois teriam que tirar os pés para entrar na sala de aula.

Caso veja alguém andando descalço na unidade em que pratica, alerte o colega para que não entre mais na sala de aula. Ou lava os pés. ou calça meias ou vai para casa.

Se você ficar constrangido de avisar ao colega, abra o livro e mostre-lhe esta resposta, pois, nesse caso, eu é que estaria lhe dando a presente instrução.

56. É mesmo necessário utilizar o sânscrito para designar as técnicas? Não seria possível traduzir para o português?

Ninguém questiona quando se usa o japonês para o Karatê, o chinês para o Kung-Fu, o francês para o Ballet. o italiano para o Música, o inglês para o Surf, o latim para a Advocacia, etc.

Alguém traduz habeas-corpus por “que tenhas teu corpo”? Ou pas-de-deux por “passo-de-dois”? Ou, ainda, pianissimo por “devagaríssimo”?

 

57. Quais são as atividades que um bom núcleo de Yôga costuma oferecer?

Cursos

A principal atividade de uma instituição de Yôga é a promoção de cursos e eventos.

Os cursos podem ser ministrados pelo Diretor da unidade ou por instrutores convidados, provenientes de outras cidades, outros estados e outros países, desde que pertencentes à mesma tradição e autorizados pelo seu respectivo Mestre.

Os cursos podem ser de respiração, de técnicas corporais, de meditação, de mantra, de Tantra, de mudrá. de kriyá, de concentração, de gerenciamento do stress, de alimentação biológica, de Shiva Nataraja Nyasa, de Yôga Clássico, e muitos outros, conquanto não extrapolem os parâmetros da linhagem de Yôga seguida pela entidade que os acolhe.

A bem da seriedade e da ética, não se devem perpetrar mesclas de Yôga com outras disciplinas supostamente similares. Não vamos contribuir para a confusão generalizada. Uma entidade séria de Yôga trabalha com Yôga e não faz barafunda com Massagem, Tai-Chi, Cristais, Florais, Tarot, ou qualquer outra disciplina, por melhor ou mais recomendável que essa outra possa ser, separadamente do Yôga.

Encontros

É louvável a promoção de encontros sociais, recreativos e culturais, tais como jantares, chás, festas e reuniões com quaisquer justificativas, estritamente para os membros da comunidade e seus convidados. A finalidade é congregar e nuclear a grande família yôgi.

Precisamos conviver mais uns com os outros para perceber como o nosso público é bem mais alegre e divertido, sem tomar uma gota de álcool, do que os pobres mortais.

Além do mais, é desses encontros sociais que têm surgido os relacionamentos afetivos mais fecundos da nossa História. É muito importante que os praticantes de Yôga consigam relacionar-se afetivamente entre si, pois têm muito mais diálogo e muito mais trocas a realizar. Quando ocorrem casamentos entre yôgins, o Yôga passa a habitar em seus corações para sempre.

Grupos Específicos

Um bom centro de Yôga também oferece aprimoramento específico nas áreas mais importantes Grupo de Estudos, Grupo de Coreografia, Grupo de Meditação, Coral de Mantra e Seminário de Preparação de Instrutores de Yôga. São atividades que motivam os alunos e contribuem para fixá-los no Yôga, bem como para representar melhor a imagem do seu Espaço Cultural.

Formação Profissional

Este é o objetivo do trabalho com Yôga. Nossa meta é a difusão do Yôga. Para tanto, precisamos preparar mais futuros instrutores. Todo profissional honesto reconhece isso e compreende que cada instrutor formado nos permitirá expandir o ensinamento do Yôga como um formador de opinião, um fator multiplicador. Daí a máxima que diz: “a missão do professor de Yôga é preparar novos instrutores”.

Livros e Vídeos

Uma boa instituição de Yôga é um pólo de expansão cultural e difunde a nossa mensagem através da venda e distribuição de livros e material didático, como aulas gravadas em vídeo e em audio, bem como todos os suprimentos que possam contribuir para o praticante se integrar mais na nossa egrégora.

Práticas Regulares para Iniciantes

Finalmente, um estabelecimento de Yôga tem até práticas regulares para iniciantes que não queiram tornar-se instrutores, mas desejem apenas exercitar-se. Essa é a atividade menos importante e que proporciona menos retorno financeiro ao proprietário, mas mesmo assim deve ser mantida.



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